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23 junho 2015

É por isto que ainda não posso ter bebés: sou uma nulidade na cozinha

Sou a pior cozinheira do mundo. Não, a sério, sem exagero! Consigo estragar tudo aquilo que tento confeccionar. Consigo sempre salgar / queimar / adoçar/ apimentar / afogar ou secar demasiado os cozinhados.  

Por vezes arrisco mesmo a minha sobrevivência. A semana passada peguei fogo às pegas 2 vezes, sendo que da 1ª vez queimei também a camisola que trazia vestida e da 2ª queimei as pontas do cabelo. Volta e meia também bato com a cabeça nos armários, mas disso não tenho culpa, que a genética criou-me alta. 

E antes que perguntem, sim a Bimby ajuda mas não resolve tudo.

Então peço uma salva de palmas para mim, que ontem consegui esta proeza (sem Bimby, apenas com as mãozinhas que Deus e os meus pais me deram e uma colher de pau do IKEA). Não podem é olhar para baixo do bolo, porque parece queimado. Apenas parece!!

Ora cá vai

Bolo de leite de coco, roubado descaradamente daqui.



23 janeiro 2015

Creminho

Esta semana fui à médica e, por acaso, calhou ser num dia em que até tinha dormido mal. Vendo-me com olheiras e os olhos inchados, a Dra. (que é toda tia chiquesse) tratou prontamente do assunto. Pegou num papelinho, escreveu o nome de um creme e entregou-mo:  "Tome lá, ponha isto por baixo dos olhos todas as noites antes de se deitar e vai ver como é milagroso. Mas não se assuste com a embalagem!"

Não percebi o porquê do último comentário, mas aqui está a explicação:


É para pôr no outro olho, é certo, mas garanto-vos que, com apenas uma aplicação, já noto uma diminuição significativa dos belos dos papos! 

15 janeiro 2015

Ana, a brilhar desde mil novecentos e oitenta e troc'ó passo

Numa das últimas aulas da pós-graduação, foi-nos dada a tarefa de fazermos uma maqueta do livro que estamos a projectar. Acontece que calculei mal o material necessário e acabou por me faltar o cartão grosso para simular a capa.

Diz-me a professora, muito despachada:
- Ana, use esta cartolina que aqui tenho, que à falta de melhor também serve.

E respondo eu com um ar muito indignado:
- Desculpe, professora, mas se isto é para usar a vida toda não quero cá coisas moles.

(Silêncio na sala.)

Retorquiu ela, com ar maroto:
- Tem razão. Essa frase aplica-se a tudo na vida.

E posto isto a turma rebentou em gargalhada.

(Palhaça é o meu nome do meio, está visto...)

07 janeiro 2015

A menina tem?

Veio cá o electricista arranjar uns cacarecos e, quase no final do trabalho, chama-me e pergunta:
- "Olhe, desculpe, tem silicone?"
E eu, do alto da minha mente perversa criatividade, juro que pensei agarrar as madalenas e responder:
- "Não, não, amigo! Isto é tudo material original, criado pelos paizinhos na década de 80!"
Mas limitei-me a sorrir amavelmente e a ir à arrecadação buscar a dita.